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sábado, 30 de junho de 2012

Volume 8 - Capítulo 10 - Parte 4


Parte 4

Se o escritório ainda estivesse lá, era uma coisa natural que eu poderia encontrar todos.
Eu amo muito todo mundo, mas é um pouco estranho chamá-los de amigos. Acho que nos sentimos mais como uma família, como se fosse para sempre... Mas não existe nada que não acabe.
Se eu não queria perder o contato, então tudo que eu precisava fazer era dizer assim, não era uma questão de vida ou morte. Vai ficar tudo bem dizer aos outros que eu não quero perder contato. Depois disso, como a outra pessoa vai reagir é problema dela.
Assim, no período da tarde, eu encontrei uma grande pilha de papel para anotações, e fiz um monte de cartões de visita com muitas cores. Para esconder o meu embaraço, fiz os cartões tão brilhantes quanto possível, e fiz um desenho dizendo: ‘entre em contato comigo de vez em quando!’, e até mesmo desenhei alguns corações.
Às 3 da tarde, hora do chá, eu entreguei os cartões. Todos ficaram atônitos, e em seguida todos eles riram e começaram a comentar sobre meus cartões.
- Ah, Taniyama realmente é uma estudante do ensino médio.
- As diferentes cores são muito bonitas.
- Este velho está ficando com a visão turva de olhar para elas.
- Eu estou muito desconfiada do seu senso de estética.
- Você realmente deve simplesmente desistir.
- Vocês podem dizer o que quiser, mas eu não quero perder o contato com vocês e espero que vocês me contatem também.
- Mas a ideia não é realmente ruim... Onde está o bloco de notas? - Yasuhara disse e animadamente começou a fazer seus próprios cartões.
‘O menino telefone estará sempre esperando sua ligação!’ Ao pegar os cartões com esta frase escrita, todos riram.
- É uma piada.
Isso realmente é como Yasuhara.
No final, recebi os contatos de todos, e me senti muito feliz. Assim, mesmo que o escritório fechasse, seria possível entrar em contato com eles.
Só faltavam duas outras pessoas...
- Se Naru e Lin vissem isso, eles iriam rir!
Eu não tenho certeza quem disse isso, mas não seria difícil advinhar a reação deles. Primeiro, eles estariam completamente atordoados, ou fariam uma cara como se pensassem em alguma coisa, a terceira possibilidade é que eles se comportariam como se nada tivesse acontecido e ignorariam completamente o pedido.
- Esses dois não achariam graça nenhuma nisso. - Com um suspiro, Ayako falou.
- Não é problema nosso, é? Mesmo que não fossemos nós, eu acho que eles não iriam  manter contato.
- Sério?
Se não perguntassemos, não iríamos nos arrepender?
- Ah, falando nisso, você quer encontrá-los novamente?
- Sim, mesmo se o nosso tempo juntos acabar, eu ainda quero manter contato. Porque eu gosto do Lin-san e do Naru também...
- É? Você não está sendo honesta! - Ayako me encarou, com os olhos arregalados. – ‘Gosta’ no sentido de que é porque corpo dele é fraco e por isso estou preocupada; ou ‘gosta’ no sentido de que ele tem tantos segredos que eu estou frustrada!
Suspiro... Eu não estou realmente sendo honesta.
- Porque estamos todos fora de seu círculo de consideração, porque eu gosto muito deles, é por isso que esta é a última memória. Mas isso é só da minha parte.
- Isso realmente é uma peça completamente inconclusiva de amor não correspondido.
- Sim, eu sei que o amor não é correspondido. Mas, mesmo se eu dissesse: “Eu não gosto de vocês dois.’, não seria completamente inútil também? Porque, para os dois, eu não estou dentro do seu círculo de amizades, então eles nem se importariam, certo? Então, depois eles vão para outro lugar, eles irão esquecer de mim completamente.
- Sim...
- Independentemente de quem está sofrendo de amor não correspondido, se não puderem fazer a outra pessoa lembrar-se deles em seus corações, eles se sentiriam muito arrependidos. Eles acabariam dizendo coisas como ‘Eu odeio’ e outras besteiras. Se os sentimentos não são compartilhadas, e um não é capaz de obter uma resposta da outra pessoa, no final é muito ruim.
Neste momento, Ayako virou o rosto embaraçada.
- Você realmente se transformou em uma adulta!
Bou-san deu um tapinha na minha cabeça.
- ... Sim, as pessoas são seres que constantemente crescem, mas eles também são capazes de regredir.
- Esta é a alegria de ser humano. Eu gosto do seu otimismo, Mai!
- Eu gosto de você também, Bou-san!
- Que falta de vergonha...
- Ah! Você está com ciúmes, Ayako? Venha se juntar a nós, venha!
- Eu não quero!
- Você não está sendo honesta, mas eu gosto da Ayako que é um pouco mentirosa!
- Eu também!
- Não digam isso!
- Eu gosto de você!
- Eu também!
- Parem com isso!
- Ah! Ela está corando!
- Bem... Ela é uma pessoa tímida!
- Ne, de fato!
- Você dois!
Quando estávamos assim brincando alegremente, Yasuhara se levantou e Masako falou:
- Shibuya.
Naru e Lin-san estavam passando na frente da nossa cabana, enquanto se dirigiam para a cabana que eles dividiam.
- Você está com pressa agora?
Naru olhou um pouco alarmado.
- Eu não estou muito ocupado, mas eu também não estou livre!
- Há uma coisinha que eu quero perguntar, posso levar um pouco do seu tempo?
- ... Agora?
- Agora é o melhor momento.
- Vá em frente.
- Então, por favor entre.
- Não dá pra perguntar aqui?
- Porque a questão é um pouco complicada, eu sinto muito. - Eu também tenho algumas coisas para lhe pedir, Lin-san, por favor entre!
Naru e Lin-san trocaram olhares, do nosso lado, nós também nos olhamos.
O que exatamente iríamos perguntar!?
Os dois imediatamente entraram.
- Sentem-se!
Yasuhara indicou um espaço para Naru e Lin-san sentarem-se, em seguida, ele se sentou com uma expressão séria mesmo.
- Então, a dúvida é...
O que ele iria perguntar?
- Temos Darjeeling e chá Earl Grey, o que vocês preferem?
Naru franziu a testa um pouco.
- Deixe o chá, o que você quer perguntar...
- Então, há algo que vocês gostariam de beber? Café quente ou café gelado? Forte? Com leite? Vocês querem uma fatia de limão? Ou há alguma outra coisa que vocês gostariam de beber? Gostariam de ter a essência de maçã adicionada? E biscoitos e bolo, o que vocês preferem? Ou vocês gostam dos dois?
Surpreendeu!
- Ne, é muito complicado, certo?
Yasuhara sorriu; Naru suspirou.
- Então o que é que você quer perguntar?
- Isso era o que eu queria perguntar!
Yasuhara respondeu muito sinceramente, o que fez Naru suspirar ainda mais forte.
- Qualquer coisa serve.
Oh oh oh! Eu não achei que Naru e Lin-san seriam capturados por chá.
- Incrível! Como seria de esperar de um homem de negócios.
- Espertinho!
- O correto deveria ser: homem sério e respeitável!

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Fim do capítulo 10! 
Agora respira fundo que vai dar vontade de bater no Naru nas próximas postagens! rs

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Volume 8 - Capítulo 10 - Parte 3


Parte 3

Após a refeição, colocamos os 3 homens para fora e começamos a limpar.
- Acho que terei que procurar um novo emprego.
- Eu posso te contratar como minha assistente. Só que o pagamento não será tão bom como no SPR. - Ayako, que estava polindo os pratos, disse com um sorriso triste.
- Você ganha a vida só de ser uma sacerdotisa, Ayako?
- Mais ou menos, quando eu não tenho o suficiente, a minha família ainda me apoia.
- Certo, sua família é rica, por isso não há necessidade de se casar com um cara rico nem nada.
Ayako deu uma gargalhada.
-. Embora a minha família seja dona de uma casa, não somos donos de um iate. Há pessoas mais ricas do que nós, céus além do céu. Oh he he he he...
- Sua metida!
- Você e eu não somos iguais. Sou uma mulher extravagante.
- Hm!
- Ha ha ha ha ...
- Ayako, você é filha única, certo? Você não tem de continuar a linhagem da família?
- Encontrar um médico bonito e rico, para ser adotado por minha família, isso iria resolver o problema, não é?
Eu olhei para Ayako.
- Você realmente é uma pessoa incrivelmente extravagante e esbanjadora!
- Você não sabe que o Japão é um país com uma grande discrepância entre ricos e pobres?
- Não, eu não! E você, Masako? Você tem irmãos ou irmãs?
Masako, que estava jogando a água das bacias, olhou para mim, com os olhos arregalados.
- Eu não. Por que você perguntou isso?
- Investigação de antecedentes. Porque, pensando sobre isso com cuidado, eu não sei nada sobre a família de vocês.
- É né...
- Se o escritório fechar, eu acho que é possível que não nos encontremos novamente. Então eu quero aproveitar o momento e perguntar.
- Nós não vamos nos encontrar porque o escritório está fechado? Por que você acha isso?
- Não é assim?
- Talvez...
Eu suspirei.
- Eu não sei o número de telefone da sua casa também, Masako.
- E eu não sei o seu endereço de contato, Mai!
- Sim... De fato.
- Mas não é só perguntar?
- Se eu pedisse, você me diria?
Masako suspirou, virou-se e entrou no edifício.
- Então você vai se sentir solitária, Mai. - Ayako disse, sorrindo.
- Sim, eu vou me sentir sozinha, porque eu já acostumei com o bullying de todo mundo. Se um dia vocês não me judiarem mais, eu vou realmente sentir que há algo faltando.
- Judiar de você? Isso não esta certo, está? Se eu me casar com um homem rico, então eu talvez carregue você comigo, como minha empregada doméstica.
- Oferta rejeitada!
No fim das contas... Talvez só somos capazes de convivermos bem no trabalho.
Suspirando profundamente, eu não percebi os passos da Masako quando ela voltou.
- Mai!
- Sim?
Masako segurou minha mão.
- Masako?
- ...
- ...Espere um momento, o que você vai fazer?
- ...
- Hey! Eu estou falando com você! Espere, o que você vai fazer?
- Tudo bem, aqui! - Masako levantou uma caneta esferográfica, sorrindo. Ayako também desatou a rir.
- ... O que você está pensando, Masako?
- Endereço e telefone para contato.
- Você costuma escrever no antebraço de outras pessoas?
- Ah! É melhor anotar na sua blusa, então?
- Eu digo, você ...
Olhando para o meu próprio antebraço, ah ah, ela realmente escreveu com uma letra enorme.
- Dá sua mão!
- Não!
- Se você não fizer isso, então eu vou escrever no seu kimono!
- Eu não quero isso também!
Ela é realmente uma pessoa problemática.
- Sim sim, eu sei!
- Tem papel para anotações em casa.
- ...
- Você se sente envergonhada de trocar contato oficialmente?
Sim, eu finalmente entendi a razão pela qual Masako escreveu seu endereço no meu antebraço. Anotar no papel parece ser muito formal, como se dizendo: ‘por favor entre em contato comigo’. Assim, ela se sentiria muito envergonhada, os outros também provavelmente se sentem assim. Este tipo de amizade envergonhada também existe.
- Eu acho que todo mundo está pensando assim!
- Provavelmente...
- Pelo menos, é o que eu acho. Eu queria ter enviado cartões de Ano Novo, mas porque não tive coragem de pedir os endereços, eu desisti.
Na verdade, há uma tradição de enviar cartões de Ano Novo.
- John disse algo semelhante. - Ayako disse.
- Como?
- Ele disse que queria enviar cartões de Natal a todos, mas achou que era um pouco estranho para pedir os contatos só agora...
Sim... sim, poderia ser assim.
- É uma relação estranha.
- De fato!
- Concordo!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Volume 8 - Capítulo 10 - Parte 2


Parte 2

- Certo, como ficaram as coisas no final?
- Fizemos o assistente do chefe da aldeia assumir a culpa.
Ao ouvir isso, olhei para Bou-san.
- A culpa?
- Eles não querem ter problemas com a polícia agora, certo? Mas há corpos por toda parte, assim não dá para fingir que não aconteceu nada, mesmo se quisessem.
De fato.
- Então dissemos que o assistente descobriu os corpos e eles que resolvessem do jeito que eles quisessem.
- Bem, isso é chamado de colher o que você plantou.
- Certo, certo.
Por falar em corpos...
- Ne, qual é a situação no reservatório?
- Está em andamento. Como esperado, eles pararam ontem por causa da chuva.
- ...
Eu lembrei do sonho. Por que será que Naru apareceu?
- Vocês conseguem realmente conversar normalmente sobre esse tipo de assunto? - O rosto da Ayako encheu-se de desgosto.
- Ayako, não precisa fingir ser sensível.
- Eu não estou fingindo, eu sou realmente muito sensível a este tipo de assunto.
- Hee hee... Entendi. Mas médiuns não deveriam ter atingido uma iluminação sobre algo assim. Quero dizer, os médiuns e os monges devem ser semelhantes. É impossível trabalhar a menos que as pessoas morram.
Eles começaram a rir novamente.
- Senhorita, o trabalho de um monge não é limitado aos serviços de sepultamento! - Bou-san disse, contorcendo as sobrancelhas.
- O que mais você faz além de serviços de enterro?
- Eu também faço serviços de casamento.
- É mesmo...
- Idiota, um dia você vai se casar em frente a Buda.
- Ahn...
- Jurar diante da estátua de Buda num mosteiro e trocar rosários.
Rosários? Não seriam alianças?
- Isso não é nem um pouco romântico.
- Bom, de qualquer modo, estou feliz que tudo terminou bem. E agora Mai também poderá deixar esse universo. Você não vai precisar fazer mais nada assustador.
Ao ouvir estas palavras de Ayako, eu perdi o entusiasmo mais uma vez.
- De fato, com o escritório fechado, não vamos fazer mais investigações.
Com muita dificuldade eu tinha aprendido a limpar os espíritos. Isso não está certo, eu não quero continuar a fazer esse tipo de coisa. Mas...
- Agora eu vou ter muito tempo livre.
- Só por curiosidade, o que você costumava fazer antes?
- Nada de especial. – Respondi para Bou-san. – Só vivia a minha vida.
Espere! Como era mesmo que passava meus dias antes?
- Mai-san, se você tiver tempo livre, você não quer via ao seminário para dar uma olhada na próxima vez?
Eu estava momentaneamente atordoada com o convite do John.
- Seminário? Mas eu nunca li a Bíblia.
- É só por diversão. Eu sempre cuido das crianças. Elas são barulhentas, mas todo mundo se dá muito bem. Você não é boa com crianças, Mai?
- Eu gosto de brincar com as crianças, mas nunca estudei a bíblia antes...
John sorriu.
- Na verdade, é quase igual a brincar com as crianças. Venha experimentar um dia.
Eu estava pensando sobre esta questão quando Bou-san começou a rir silenciosamente ao lado.
- Do que você está rindo?
- Nada demais, só estou imaginando...
- O que?
- Padre John com as crianças!
Todo mundo caiu na gargalhada ao imaginar John parecendo mais uma das crianças do que o responsável.
Realmente, ele parece muito jovem. Posso imaginar John, brincado de roda com as crianças, mas sempre com um sorrindo gentil no rosto.
- O seminário é realmente grande!
- Sim. Se você puder, Takigawa-san, você pode vir junto também.
- Vou dar uma olhada. Será muito nostálgico.
- Nostálgico? – Interrompi a conversa deles.
- Sim, porque eu estive lá quando eu era pequeno.
- ...Espere um momento! Bou-san, a sua casa não é um mosteiro?
- É um mosteiro, e daí? Um filho de um monge não pode ir? No seminário nós ouvíamos histórias bíblicas, também tinham brincadeiras e lanches grátis.
- Então este era o seu objetivo real, Bou-san é um caso perdido! - Eu ri.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Volume 8 - Capítulo 10 - Parte 1


Ghost Hunt: Volume 8
Capítulo 10: 14 de agosto 13:00 ~ 15:00
(mangá volume 12)
Parte 1

Onde estou? Estou sonhando de novo?
Naru?
Eh? Mesmo sem estarmos no meio de uma investigação eu estou sonhando com Naru?! Por que?
- Ei! Naru? O que aconteceu? Aconteceu alguma...
Não deu tempo de eu terminar a frase. Seu corpo ficou transparente e ele sumiu.
- Naru! O que está acontecendo? Naru! – Eu tentei chamá-lo de volta.
- Vamos logo e saia da cama! - Ouvindo as palavras rudes da Ayako, eu abri meus olhos. O brilho da sala me deu um choque.
- Bom dia!
Ai... Claro demais...
Eu enterrei meu rosto nos cobertores. Em seguida, uma mão veio voando.
- Levanta já!
- Tá, tá!
Enquanto eu murmurava, de repente eu fui jogada no chão. Ou, para ser mais precisa, alguém puxou meu cobertor e eu rolei no chão.
- Aiiii
Abrindo os olhos, pude ver o arroz e outros pratos de comida já prontos, no canto. Só que eu ainda estava usando meu pijama e abraçando meu cobertor, sem nenhuma disposição de largá-los.
- Ah! A refeição já está pronta, estou com muita fome.
- Apresse-se e acorde, como você pode ser tão dorminhoca?!
Oh me deixe em paz, estou com muito sono. Eu ainda estava com a visão turva de sono, mas quando vi a situação na sala eu pulei imediatamente.
- !
Fiquei espantada, porque eu vi uma multidão de pessoas na minha frente.
Certo, só podia ter sido o Bou-san pra arrancar minhas cobertas. John e Yasuhara estavam sorrindo meio encabulados.
Puxa, o que eu fiz na frente dos meninos? Ronquei? Não há mais sentido em fingir ser uma dama agora, a minha personalidade, provavelmente, já havia sido completamente descoberta há séculos, mas esta é provavelmente a pior coisa que poderia ter acontecido.
- Ah... Bom dia!
Rapidamente eu corri para o banheiro para lavar meu rosto e trocar de roupa. Depois voltei para comer.
- Vamos comer
Ayako realmente sabe cozinhar... Um contraste completo com sua aparência extravagante. Talvez seja porque ela sempre cozinhou, as pessoas são realmente cheias de surpresas.
- Comer, comer.
- Você não comeu nada desde ontem, deve estar com muita fome agora.
- Não fale de mim como se só eu fosse esfomeada!
- Você não é?
É realmente assim. Ontem à noite, após tomar um banho eu acabei dormindo enquanto esperava meu cabelo secar.
- Quando vocês acordaram?
- Muito mais cedo do que você.
Isso realmente é constrangedor.
- Fomos procurar o chefe da aldeia, também compramos algumas coisas e cozinhamos.
- Obrigada pelo seu trabalho duro!
- Então não seja ingrata.
Eu sei, eu sei. Obrigada a todos por me darem mais tempo para dormir.
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